domingo, 29 de maio de 2011

Sonhar, amar.

Ela está sentada na areia.
Sonha. Fecha os olhos e sonha. Não sabe ao certo com o quê sonha, mas sonha tendo um sonho bom.
Ela espera a sua chegada.
A brisa, sem querer, a acorda do seu sonho.
Ela decide. Não quer mais sonhar, quer acordar, levantar, despertar.
Não mais amar, amar. Não sonhar.

3 comentários:

Sr. Lunático disse...

Amém!

Fernand's disse...

o pior é que o amor tem vida própria, a gente não controla o seu tráfego, ele entra e sai quando bem entende...


=)

bjs, querida.

deia.s disse...

Mas, como em um dos meus diálogos, "Amar é involuntário".

Gosto do que tu postas, sabe já, né?

:)

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